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A Gripe Suína…

26/08/2009

Interessante video sobre a gripe suína, vale apena assistir até o fim:

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Os Caipiras Retraídos…

09/08/2009

Um texto muito interessante retirado do blog Gravataí Merengue (http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/).

POLÊMICA NA SEXY: AS FOTOS DA PANIQUETE FAZENDO PIPI

A paniquete Dani Bolina tirou fotos para a revista Sexy fazendo pipi. Isso mesmo: xixi. Nos países desenvolvidos, isso seria digno de bocejo, pois estão cansados de tal prática. No Brasil, provinciano que só ele, causa espanto. E a Sexy, mais uma vez, saiu na frente.
Dá para se ter uma idéia das imagens por aqui (clique apenas se for maior de idade, por favor. Caso contrário, desligue seu computador ou dirija-se a algum site infantil ou coisa que o valha ou simplesmente vá brincar de alguma outra coisa, sei lá…).
Pois é, essas são as imagens “chocantes”.
Reações
Penso em dois tipos distintos, diametralmente opostos e beeeem prováveis: a turma do “ai que nojo” e a rapaziada do “deixa quieto, cada um faz o que quer”. Concordo e discordo de ambos, porque nenhum deles vai ao centro do problema. São duas formas escapistas.
Explico.
O “ai que nojo” não discute a liberdade sexual, em especial, o passo largo que a revista deu ao publicar fotos de um fetiche até então inexplorado pela grande imprensa do sexo no Brasil. É uma “opinião íntima” sobre um “tema geral”. Fuga, portanto.
O “cada um faz o que quer” é o outro extremo, ou seja, outra fuga. Aparentemente, abre-se uma discussão sobre a liberalidade, mas ela se encerra no exato instante em que a frase termina, pois ela serve como salvo conduto para o suposto liberal não dizer mais coisa alguma.
E fica nisso.
Vamos ao centro
Nos EUA, na Europa e no Japão, o xixi (“chuva dourada”, “golden shower” etc.) é notícia velha. Não apenas feito assim no chão, mas em diversas outras modalidades: sobre a calcinha, sobre meia-calça, sobre homens, sobre mulheres, em relações homossexuais femininas, masculinas etc.
No Brasil, porém, o tabu foi quebrado pela Sexy, ao menos na grande imprensa. Nenhuma outra publicação da grande mídia publicou até hoje uma foto desse tipo, a não ser mocinhas sentadas no vaso ou agachadinhas fazendo pose.
Por óbvio, a maioria levará o caso para a seara da “polêmica vazia”, mas é uma ruptura significativa que vai muito (mas muuuuuuuuito) além daquela giletinha meia boca da Adriane Galisteu, que por sinal foi uma coisinha bem ridícula e provocou uma celeuma inexplicável e sem razão de ser.
Provincianismo sexual
A resistência às práticas sexuais diversas é a mesma resistência, por exemplo, à homossexualidade. E, vinte ou trinta anos atrás, era a resistência ao beijo em público. Em suma: é o comportamento provinciano, um comportamento tipicamente brasileiro.
Atávico.
Por mais que vendamos aos outros a idéia de que sejamos um povo que exala sexualidade, somos no fundo caipiras retraídos, bobocas envergonhados, uns ignorantes que não aceitam nada que fuja das grandes regras estabelecidas.
E é exatamente por isso que as fotos da revista Sexy dividirão as opiniões entre o “que nojo” e o “cada um faz o que quer”. Para que não precisemos discutir o assunto. Pois sexo nos envergonha.
Mostramos a bunda no carnaval, mas temos pudores de falar sobre sexo. Dizemos que somos bons de cama, mas batemos recordes de compra de Viagra (muitos adolescentes, aliás, compram a tal pílula azul sem necessidade alguma!) – os remedinhos para “disfunção erétil”, quando usados sem necessidade”, são a manifestação mais banal da virilidade torpe.
No mais, querem saber? Essa revista provavelmente baterá recordes de vendagem. E muitos dirão (como sempre, de forma apressada e sem pensar corretamente): “apelaram!”. Ora, o que é “apelar”? Por acaso, oferecer ao público aquilo que ele REALMENTE gosta, mas nem sempre pode/quer/consegue confessar é apelar? Não, não é.
Enfim, prevalecerá a dicotomia: “que nojo” e “cada um faz o que quer”.

Por Lae Kahraman

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O Elogio da Loucura

28/07/2009

Se eu for dar um conselho a alguma pessoa que esteje em uma situação dita como “complicada”,sem dúvida alguma,seria: É preciso louquear.
Louquear? Mas a vida não precisa ser levada a sério,com problemas candentes mesclados de sucesso? Que história é esta de louquear?
Não se trata de fazer maluquices,de o que vier a cabeça ser realizada. Não,louquear tem sentido de libertar-se,de escapar aos limites do convencional,do habitual. Louquear é virar a mesa. Não quebrar a mesa,não queimar a mesa;virá-la,simplesmente,criar um cenário diferente,inspirador.
Virar a mesa,contudo,não é fácil,sobretudo pela maneira como funciona a nossa cabeça. Freud postulou a existência,na mente,de três estruturas psíquicas: o Ego,que é o nosso jeito habitual de ser,o Superego,aquele sisuto senhor que representa os mandamentos morais de nossa cultura,e o ld,o troglodita que encarna os nossos instintos. O Superego não só não permite que viremos a mesa,como também quer que ela esteje sempre limpa. O ld,se pudesse,reduziria a mesa a pedações e urinaria em cima. E o Ego ficaria entre os dois,perplexo,angustiado,sem saber o que fazer. Uma situação paralisante,que pode anular nossa existência. “Par délicatesse j’ai perdu ma vie”,disse Rimbaud,e isso é uma melancólica verdade: no esforço de sermos delicados,bonzinhos,deixamos de viver. Em algum momento teremos de dar um murro na mesa,exclamando: “Isso não pode continuar”! Em algum momento teremos de virar a mesa.
Erasmo de Rotterdam escreveu um livro chamado ” O Elogio da Loucura”. Título irônico: Erasmo não estava querendo dizer que a loucura é coisa boa,queria dizer apenas que há coisa pior,a hipocrisia,para a qual,segundo ele,a loucura era uma alternativa válida. Aquele grão de loucura ( para usar uma antiga expressão ) pode mudar o sabor do prato que é a nossa vida,da mesma forma que o faz um grão de pimenta.
Em literatura de ficção,louquear significa dar vida aos personagens que o escritor tem dentro de si,por mais estranhos que sejam. Na verdade,tais personagens resultam de projeções da personalidade do próprio escritor. “Madame Bovary sou eu”,disse Flaubert,surpreendendo muita gente. Então ele se projetava uma mulher? Numa mulher infeliz,que buscava no caso extraconjugal a solução de seus problemas? Pois é. Flaubert estava louqueando,e assim criou uma obra-prima.
Louquear sim. Mas louquear com sabedoria,com arte. Louquear com moderação. Louquear como uma forma de mobilizar sentimentos e emoções de pessoas. Louquear como forma de dar asa a imaginação. Certamente isto não fará mal,e talvez até nos faça bem. Pelo menos é uma possibilidade a mais em nossas vidas.Como diz o psiquiatra Freire Costa: “Um grão de loucura e devaneio,quem sabe,é desta falta que padecem nossas almas,famintas de encantamento.”
E então,quem sabe,cada um vivendo sua loucura,poderemos libertar cada pessoa da mediocridade,hipocrisia e repressão,e tornarmos assim,fortes e felizes.

Texto que teve como inspiração uma coluna de Moacyr Scliar,entitulado com o mesmo usado neste tópico,para o jornal Zero Hora,no dia 5 de Julho de 2009.

Minha gratidão por acessarem o blog e a este tópico. Muito Obrigado!

Por: A.Rush!

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Uma doença chamada Normal…

10/07/2009

Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me
pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só
que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se “normaliza” acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é:
Quem espera o que de nós?
Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Maria bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que
ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.

A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de
sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?

Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que
você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.

Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.

Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos
mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera.

Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.

Por Lae Kahraman

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Paradoxo do tempo

07/07/2009

Como de fato o mundo passou a existir ?

Estas são perguntas que muitas pessoas se fazem e tentam encontrar as respostas muitas vezes em sua fé com sua religião ou atravéz da ciência.

Se o tempo iniciou numa grande explosão, juntamente com o espaço e com a matéria-energia no Universo mutável, num Universo imutável um começo no tempo é necessário se impor para que se possa ter uma visão dinâmica do processo da criação inicial (nada a ver com a Criação Teológica), esta se deu tanto numa maneira de se ver o início da dualidade tempo matéria, quanto em outra. Partindo-se da premissa de que o Universo é mutável no domínio do tempo, pois de outra forma não se consegue observar a expansão deste, deve haver razões físicas para que o Universo realmente tivesse um começo, pois não se consegue imaginar a existência de um universo antes do Big Bang, e se não existia nada antes, o que fez o desequilíbrio da singularidade que acabou criando um Universo caótico e em mutação?

Não quero apartir deste tópico influenciar em sua religião ou crença mas sim que você leitor passe a buscar as respostas em sua mente.

Espero ter mudado alguma coisa na sua vida e feito você pensar de mandeira diferente.

By: Aquariano

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Caros Visitantes

01/07/2009

Estamos inciando uma caminhada.Esta por sua vez,para uma sociedade mais igual,inteligente e avançada,buscando todas as nossas essencias apartir de nossa hisória e dos povos nativos,sem nenhuma interferencia de manipulações impostas pelo sistema de sociedade. O começo é sempre difícil. Existe uma resistencia natural do ser humano em estudar e compreender os estudos,mas nem  por isto queremos impor o que pensamos.Vamos apenas debater.Se puder ajudá-los com esta reflexão,concerteza faremos. Estamos sempre buscando  decifrar enigmas e mistérios que estão ocultos em nossa humanidade,alem de criticar a política e instituições que comandam as pessoas,falar sobre toerias conspiratórias,Universo e entre outros assuntos.

Temos  o objetivo de esclarecer alguns princípios,principalmente alguns preconceitos ainda existentes e a idéia de que a reflexão é a mais inteligente atitude utilizada contra o fanatismo e conceitos preestabelecidos.Ajudando assim o ser humano na busca do equilíbrio e autoconhecimento.Somos a favor da reflexão e do direito à liberdade,pois quanto mais informados somos, mais descobrimos que nada sabemos, essa é parte mais interessante de toda essa história. E é de suma importancia esta busca pelo conhecimento claro e iluminado,que é uma das maiores virtudes humanas,e todos tem por direito!

Agradecemos pelas suas visitas e a todos que pudessem colaborar.Obrigado!

Por: A.Rush!


o objetivo de esclarecer alguns princípios, principalmente antigos preconceitos ainda existentes e com a idéia de que a reflexão é a mais inteligente atitude utilizada contra o fanatismo e conceitos preestabelecidos
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Futebol: um comércio.

30/06/2009

Milhões de pessoas ligadas a mesma coisa mais o fanatismo igual a:  interesse monetário.

Por Dalbodae

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O Começo…

30/06/2009

Olá e para começar o blog, analise a seguinte imagem:

Imagem

…e reflita.